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Contadores esto entre os profissionais mais raros no Brasil
Martello Gesto de Pessoas
09
Set
2014

Contadores estão entre os profissionais mais raros no Brasil

 

Fanpage Lúcia Young Treinamentos | Exame

São áreas com forte apelo técnico”, comenta Márcia Almström, diretora de recursos humanos da empresa responsável pelo levantamento, cuja versão global entrevistou mais de 37 mil empregadores. Isso quer dizer que é só lidar bem com números e o emprego está garantido? Não é bem assim, segundo a executiva. Almström explica que, associadas a competências técnicas, também estão em falta as chamadas ‘soft skills’ ou habilidades mais ‘brandas’, ligadas a gestão e liderança, por exemplo. 

 

“Para se dar bem num mercado tão sedento por eles, esses profissionais raros precisam construir sua carreira além do conhecimento técnico e buscar outras qualificações”, afirma. Dos 42 países focalizados pela pesquisa, o Brasil é o 4º com maior escassez de talentos, empatando com a Argentina. “Entre outros motivos para essa situação, há um grande aumento da competitividade, avanços tecnológicos e lacunas na formação profissional”, explica Almström. Além dos profissionais já citados, no ranking também figuram operários, motoristas, técnicos e trabalhadores de ofício manual.

 

A seguir, veja lista dos 10 profissionais mais buscados no Brasil:

 

1. Operários

São os profissionais que fazem qualquer tipo de trabalho braçal em diversos setores da economia, como indústria, agricultura e comércio.

Por que estão em falta: “Está difícil encontrar quem tenha experiência como operário”, aponta Márcia Almström, diretora de RH do Manpower Group. De acordo com ela, o mercado está esvaziado pela busca natural dos profissionais por ocupações mais qualificadas e consequente aumento de renda.

Posição no ranking em 2014: 1º

Posição no ranking em 2013: 5º

 

2. Técnicos

São profissionais formados em cursos com duração habitual de 2 anos. Exercem tanto funções gerenciais quanto operacionais em diversas áreas, como automoção, alimentos ou edificações, por exemplo.

Por que estão em falta: Segundo Almström, nos últimos 30 anos, pouco se investiu em cursos para formar técnicos no Brasil. “Hoje, colhemos os frutos de privilegiar o ensino superior, e só colheremos os frutos de programas como o Pronatec daqui a alguns anos”, diz.

Posição no ranking em 2014: 2º

Posição no ranking em 2013: 1º

 

3. Motoristas

Os condutores de veículos mais escassos são os ligados ao transporte de cargas, isto é, os motoristas de caminhão.

Por que estão em falta: Ser motorista hoje não é só saber dirigir – e a mão de obra não tem acompanhado as novas exigências. “Pela evolução dos meios de transporte, esse profissional precisa dominar diversas tecnologias, como o GPS, além de painéis e dispositivos cada vez mais sofisticados presentes nos caminhões”, explica Almström.

Posição no ranking em 2014: 3º

Posição no ranking em 2013: 7º

 

4. Secretários pessoais, assistentes administrativos e auxiliares de escritório

São profissionais que exercem funções de apoio à administração, articulando o trabalho cotidiano do escritório e facilitando fluxos.

Por que estão em falta: Novamente, faltam competências exigidas pelo mercado atual. Isso porque faz parte do passado a figura da secretária que só atendia telefonemas e anotava recados. “Hoje é preciso dominar idiomas, ter conhecimento em programas como Excel e dominar ferramentas online de teleconferência, por exemplo”, explica Almström.

Posição no ranking em 2014: 4º

Posição no ranking em 2013: 8º

 

5. Trabalhadores de ofício manual

São profissionais autônomos que empregam habilidades específicas, tais como eletricistas, costureiras, sapateiros, pintores e encanadores.

Por que estão em falta: A situação se deve à movimentação da força de trabalho na direção de atividades com maior qualificação. “Esses profissionais têm buscado formação para melhorar de vida, e acabam abandonando suas ocupações antigas”, diz Almström.

Posição no ranking em 2014: 5º

Posição no ranking em 2013: 4º

 

6. Profissionais de TI

São aqueles que cuidam da infraestrutura, da gestão de computadores e de todos os processos relacionados a tecnologia da informação. O profissional é disputado tanto por empresas de desenvolvimento de software quanto por bancos e companhias de telefonia celular, por exemplo.

Por que estão em falta: As empresas têm apresentado demanda crescente por soluções de TI, mas não há oferta suficiente de mão de obra. “O ritmo de formação de profissionais ainda não acompanha a expectativa dos contratadores”, explica a diretora de RH do Manpower Group.

Posição no ranking em 2014: 6º

Posição no ranking em 2013: não apareceu

 

7. Contadores e profissionais de finanças 

São aqueles que acompanham, medem e garantem a saúde financeira da empresa. Em tempos de exigência por produtividade máxima, cuidam da gestão dos custos e da rentabilidade do negócio.

Por que estão em falta: A realidade no mundo dos negócios mudou. Hoje, as empresas não precisam apenas do profissional que registra dados numéricos e faz apontamentos. “É preciso dominar o aspecto técnico das finanças, mas também ter um perfil de influenciador e consultor interno a respeito do negócio”, (Almström).

Posição no ranking em 2014: 7º

Posição no ranking em 2013: 3º

 

8. Operadores de máquinas e de produção

São profissionais que dominam o manuseio operacional de diversas máquinas na indústria e na agropecuária, por exemplo.

Por que estão em falta: A falta de profissionais habilitados para suprir a demanda tem a ver com os avanços tecnológicos em maquinarias. “Hoje, os equipamentos são muito mais complexos do que há 20 anos, e faltam profissionais com competências em dia com essas atualizações”, explica Almström.

Posição no ranking em 2014: 8º

Posição no ranking em 2013: 2º

 

9. Engenheiros

São profissionais que podem ser empregados em praticamente qualquer tipo de indústria. Hoje fazem falta engenheiros para áreas que vão de infra-estrutura e exploração de petróleo até bancos e empresas de telecomunicações.

Por que estão em falta: Almström afirma que os cursos de Exatas têm despertado pouco interesse nos jovens, o que explicaria em parte a falta de engenheiros. “Além disso, a demanda por eles cresceu muito nos últimos anos, devido à necessidade de desenvolver a economia”, afirma.

Posição no ranking em 2014: 9º

Posição no ranking em 2013: 6º

 

10. Gerentes de vendas

São profissionais responsáveis pela geração de negócios, muitas vezes em escala global, combinando habilidades de gestão, conhecimentos em finanças e domínio da comunicação.

Por que estão em falta: “Ter lucro ficou mais difícil com a nova forma de fazer negócios hoje”, diz Almström. Gerir vendas se tornou um papel muito mais complexo do que no passado. “É preciso ser mais criativo, saber lidar com números e ter capacidade de liderar, mas poucos são os profissionais que atendem a todas essas exigências”, afirma.

Posição no ranking em 2014: 10º

Posição no ranking em 2013: não apareceu

 

 

 


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4 TIPOS DE FUNCIONRIOS SECRETAMENTE PREJUDICIAIS
Martello Gesto de Pessoas
01
Set
2014

4 TIPOS DE FUNCIONÁRIOS SECRETAMENTE PREJUDICIAIS

Essas pessoas atrapalham e tornam o ambiente de trabalho tóxico, mas muitas vezes isso passa despercebido
Funcionários que costumam fazer confusões, pendem para o lado dramático das coisas ou dificilmente se conformam, muitas vezes precisam apenas de um pouco de atenção e gestão para atingir seus potenciais. É isso que pensa Geoffrey James, contribuidor do site Inc.
Em um artigo publicado no site, James afirma que existem, porém, outros tipos de funcionários, que normalmente não são pensados como "difíceis" e que são prejudiciais à produtividade e harmonia do ambiente de trabalho.
Conheça os tipos e saiba por que talvez seja melhor repensar o fato de tê-los por perto:
1. Camaleão
O camaleão se disfarça e se camufla em qualquer ambiente, para escapar de ameaças. No mundo dos negócios isso significa alguém que se propõe a fazer várias coisas, para na verdade evitar trabalho real.
Assim, o camaleão se junta a diferentes equipes, para realizar atividades diversas, e usa isso como uma arma para justificar seu estresse e impossibilidade de assumir responsabilidades maiores. Como? Ele afirma que está sob muita pressão por causa desse ou daquele objetivo, que tem muito trabalho para fazer de um outro projeto, que está estressado por causa daquela outra reunião. E quando chega a hora de falar sobre salário ele reivindica para si o crédito de ter ajudado todas as equipes a atingir seus objetivos.
A melhor maneira de lidar com alguém assim, se você resolver dar uma chance, é atribuindo tarefas específicas e individuais, com deadlines ambiciosos. Assim, o camaleão não terá a chance de jogar o trabalho nas costas de outras pessoas.
2. Enfeite
Aquela pessoa que está ali pela sua aparência, muito mais do que pelo trabalho em si. O enfeite feminino, estilo "modelo da Victoria"s Secret", é aquela que usa a beleza para conseguir o que quer no ambiente de trabalho. O problema aqui não é ser uma mulher bonita, mas ser uma mulher que conseguiu e permanece no emprego por isso.
O mesmo vale para enfeites masculinos: o homem que fica perfeito em um terno e tem um ar de executivo, mas não possui o expertise ou talento para estar onde está. Se não há possibilidade de demitir esses "enfeites", James aconselha a pelo menos usá-los a seu favor: coloque-os para trabalhar em setores onde causar boa impressão pela aparência pode ser útil.
3. Grilhão
Os grilhões são algemas ou correntes ligadas a uma bola pesada de metal, que não permitia que prisioneiros escapassem ou se locomovessem muito. Nos negócios, são aquelas pessoas que impedem que a empresa ou projeto se arrisque, como, por exemplo, alguns advogados corporativos. Para lidar com eles, James afirma que o melhor é tratá-los como consultores e não "tomadores de decisão". Ouça suas opiniões e argumentos, mas, no final, faça você mesmo as escolhas, e quando arriscar for a sua decisão, não deixe o "grilhão" lhe impedir de agir.
4. Vampiro
Na mitologia, vampiros parecem humanos, mas sobrevivem através do nosso sangue. No ambiente de trabalho, os vampiros aparentam estar contribuindo, mas se alimentam das emoções dos outros. Em reuniões, eles parecem ajudar, e “ajudam” mostrando sempre as possibilidades negativas de qualquer coisa, sugando, assim, o otimismo e positividade das outras pessoas.
Outra tática do vampiro é ouvir as reclamações dos outros, com a intenção de obter informações para criar e fomentar conflitos, sem que ninguém o veja como responsável. Ele espalha negatividade sutilmente, fazendo as pessoas acreditarem que os sentimentos negativos são genuinamente seus.
É difícil demitir um vampiro, pois as pessoas o veem como aliado e amigável. Mas James não vê outra forma de lidar com esse tipo de funcionário, que não seja livrar-se dele.

Fonte: Administradores

 

 

 

 


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As dez profisses que mais precisam de qualificao no pas:
Martello Gesto de Pessoas
22
Ago
2014

Crise de empregabilidade é global e, no Brasil, atinge principalmente o mercado de operários e técnicos:

POR O GLOBO


A empregabilidade passa por uma crise global: a escassez de profissionais qualificados vem se acentuando em praticamente todo o mundo. É o que revela a 9ª Pesquisa Anual sobre Escassez de Talentos (Talent Shortage Global Survey), do ManPowerGroup, que relata a dificuldade das empresas em encontrar profissionais preparados para atender as suas necessidades.

Foram ouvidos mais de 37.000 empregadores em 42 países e territórios (no Brasil, 850 empregadores participaram da pesquisa), sinalizando a média global de escassez de talentos em 36%, a mais alta desde 2007 (41%). Em 2013, a média foi de 35%. De acordo com o estudo, os países que mais sofrem com esta situação, hoje, são: Japão (81%), Peru (67%), Índia (64%), Argentina (63%) e Brasil (63%). Empregadores na Irlanda (2%), Espanha (3%), Holanda (5%), África do Sul (8%) e Singapura (10%) são os menos propensos a enfrentarem essa dificuldade na hora de contratar este ano.

— No Brasil, a situação permanece preocupante. A pequena queda percentual de 68% em 2013 para 63% em 2014 não significa melhora no quadro da empregabilidade. As empresas continuam sem preencher vagas, pois não encontram profissionais com as competências necessárias para os cargos — afirma Riccardo Barberis, CEO do ManpowerGroup Brasil, segundo quem a expectativa não é de melhora nos próximos anos. — Houve investimento recente do governo brasileiro e das próprias organizações em programas de treinamento e cursos profissionalizantes, porém são ações de longo prazo, que ainda não refletem no resultado do estudo.

O estudo mostra que, no ranking de dez profissões com maior escassez de talento no Brasil, destacam-se (ver quadro abaixo) operários, técnicos e motoristas. A lista também inclui profissionais da área de tecnologia da informação (TI) e engenheiros. No mundo, pelo terceiro ano consecutivo, os empregadores relatam maior falta de pessoal qualificado nas chamadas “profissões de ofício” (pedreiros, marceneiros, costureiras, eletricistas etc), com engenheiros repetindo seu segundo lugar. O aumento na demanda pelos técnicos os coloca na terceira posição.

Nos dois casos, isso se deve, em parte, ao gap entre o perfil de competências que hoje é requerido nessas funções e o perfil que as pessoas apresentam (usualmente são as competências básicas), afirma a diretora de Recursos Humanos do ManpowerGroup, Márcia Almstrom:

— Se tornaram perfis e funções mais complexas. No passado, o motorista, por exemplo, precisava simplesmente dirigir. Hoje, se a pessoa for dirigir um caminhão, vai se deparar com ferramentas tecnológicas no veículo, GPS, que não obrigatoriamente está qualificada para manipular.

Para superar esse problema, as estratégias mais comuns que as organizações estão adotando mundialmente são: aumento dos treinamentos para os empregados atuais, mais oportunidades de desenvolvimento para a equipe atual, redefinição de descrições de cargos e aumento dos benefícios oferecidos.

De acordo com Márcia, as empresas estão mais flexíveis ao determinar as competências necessárias para o preenchimento de suas vagas.

— Elas estão optando por contratar os profissionais e oferecer a eles, já em casa, o treinamento necessário para a aquisição das competências exigidas — explica a diretora do ManPowerGroup.

Outra alternativa adotada, diz Márcia, é mudar a matriz de contratação. Isso significa que as empresas estão se moldando ao mercado e redesenhando suas estratégias de preenchimento de postos de trabalho. Atualmente, as empresas estão explorando fontes alternativas de talentos, como os trabalhadores mais velhos e os jovens. Também estão movendo o trabalho para as regiões com maior demanda de profissionais.

— Nesse cenário, as consultorias tem papel fundamental para auxiliar os empregadores a encontrarem o melhor desenho possível para que o gap da empregabilidade não impacte os objetivos de negócio das empresas — afirma a executiva.

Empresas relatam os efeitos

O estudo global mostrou também que como o cenário vem se agravando, as empresas já têm consciência do impacto que a falta de profissionais capacitados causa aos negócios.

As organizações participantes da pesquisa apontam que a escassez resulta diretamente na redução da capacidade de atender adequadamente seus clientes (41%); redução da competitividade e produtividade em geral (40%); aumento da rotatividade de pessoal (27%); e diminuição na criatividade e inovação (24%).

— No Brasil, já é discurso comum entre os líderes empresariais a falta de competitividade e a necessidade de aumentar a produtividade para tornar-se atraente no mercado — acrescenta Barberis, ressaltando que a carência de profissionais pode impactar a economia do país.

Cenário nas Américas

O estudo aponta que, nas Américas, os motivos mais comuns para os empregadores dizerem que não conseguem preencher as funções são: falta de competências técnicas e habilidades mensuráveis, com 34%; falta de experiência com 29%, representando um aumento em relação a 2013, quando o índice foi de 24%; e falta de candidatos disponíveis, com 25%.

As estratégias que os empregadores do continente estão adotando para superar este problema apresentaram algumas mudanças em relação às globais e também ao ano anterior, como: aumento de organizações que pretendem fornecer treinamento e desenvolvimento adicional aos atuais funcionários; aumento na exploração de novas fontes de talentos como jovens e mulheres; e diminuição na contratação de profissionais sem habilidades necessárias, mas com potencial para desenvolvê-las.

Confira os ranking dos profissionais mais procurados:

No Mundo:

1 - Trabalhadores de ofício manual

2 - Engenheiros

3 - Técnicos

4 - Representantes de vendas

5 - Contadores e profissionais de finanças

6 - Executivos/gestores

7 - Gerente de vendas

8 - Profissionais de TI

9 - Secretárias, assistente administrativo e auxiliar de escritório

10 - Motoristas

No Brasil:

1- Operários

2- Técnicos

3 - Motoristas

4 - Secretárias, assistente administrativo e auxiliar de escritório

5 - Trabalhadores de ofício manual

6 - Profissionais de TI

7 - Contadores e profissionais de finanças

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8 - Operadores de máquinas e produção

9 - Engenheiros

10 - Gerentes de vendas



Read more: http://oglobo.globo.com/economia/emprego/as-dez-profissoes-que-mais-precisam-de-qualificacao-no-pais-13678946#ixzz3B8oz0ppP


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Quer crescer profissionalmente? No siga os ditados brasileiros
Martello Gesto de Pessoas
20
Ago
2014

É curioso como um bom número dos ditados brasileiros demonstram uma apatia e passividade.

 

Eu adoro detoná-los.

 

Segue abaixo alguns deles e como deveriam ser interpretados para contribuir com seu crescimento profissional.

 

“Os Últimos Serão os Primeiros”

 

Quem será que criou este?

Porque os últimos serão os primeiros?

Se não fizerem nada, os últimos continuarão sendo os últimos.

A não ser no cinema lotado. Os últimos que chegarem sentarão na primeira fileira.

 

“O Futuro a Deus Pertence”.

 

OK, concordo. Mas que tal dar uma “mãozinha”?

Vamos tentar um novo.

“O futuro a nós também pertence”.

O que você estará fazendo daqui a um ano? Quanto estará ganhando? Estará mais feliz? Quais novos conhecimentos adquirirá?

O que você fará nos próximos meses para chegar lá?

 

“Quem Espera Sempre Alcança”

 

Quem espera, provavelmente, nunca alcançará nada.

O Talento não espera, e sim, busca com perseverança seus objetivos.

Quem criou esse ditado era um grande vagal.

 

“Devagar se Vai ao Longe”

 

Outro ditado criado por um vagal.

Devagar, você pode até ir longe, mas todos já terão chegado e não sobrará nada para você.

 

“Errar é humano”

 

OK, concordo.

Mas deveria ser criado outro: “Não errar não é desumano”.

 

“Mais Vale um Pássaro na Mão do que Dois Voando”

 

Falta ousadia.

Prefiro: “Mais vale dois pássaros na mão do que um voando”.

 

“Quem Tem Boca Vai à Roma”

 

Está muito desatualizado.

Precisa de uma nova versão 2.0: “Quem tem Internet vai onde quiser”.

 

“Não Existe Mulher não Conquistável e sim Mulher Mal Cantada”

 

Não é bem um ditado. É uma frase machista e repugnante.

Tem que ser extinta.

Podemos criar uma substituta, principalmente para o pessoal da área comercial: “Não existe Cliente não conquistável e sim Cliente mal cantado”.

 

“A Pressa é Inimiga da Perfeição”

 

Hoje, quem domina o mundo são os mais rápidos.

Tem que ser atualizado: “A pressa e a perfeição devem ser amigas”.

Ou pode ser substituído por um já existente: “O Ótimo é Inimigo do Bom”.

 

“Água Mole em Pedra Dura Tanto Bate Até Que Fura”

 

Também muito vagaroso.

Muitas vezes temos que dar logo uma “porrada” na pedra e fazer acontecer.

 

“Quem Ri por Último, Ri Melhor”

 

Está bem errado.

Este é o certo: “Quem ri no início, meio e fim, ou seja, durante todo o tempo, ri melhor”.

 

Não siga nenhum desses ditados. Sua carreira estacionará!

 

 

(*) Mauro Bernacchio é Administrador de Empresas, com mestrado pela FGV/SP e Diretor e Presidente de empresas nos últimos 20 anos


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O valor da sua atitude o resultado que voc vai alcanar
Martello Gesto de Pessoas
11
Ago
2014

O valor da sua atitude é o resultado que você vai alcançar.

 

As empresas necessitam, cada vez mais, de profissionais ambiciosos, capacitados, produtivos e comprometidos, pois esses são os que geram resultados.

 

Muito se fala em plano de carreira, ascensão financeira, liderança, novas responsabilidades e desafios. A ambição é inerente ao ser humano, mesmo em diferentes níveis, sobretudo àquele que almeja altos patamares profissionais. E não há absolutamente nada de errado nisso. Porém, para alcançar objetivos, não basta ter ambição. É preciso ter o desejo e saber como chegar lá, traçando metas. Por isso, é importante perguntar-se: estou utilizando todas as minhas habilidades para alcançar o sucesso?

As empresas necessitam, cada vez mais, de profissionais ambiciosos, capacitados, produtivos e comprometidos, pois esses são os que geram resultados. Portanto, investir em conhecimento acadêmico é de total importância, mas não garante sua permanência, tão pouco um futuro promissor numa organização. As atitudes também não servem de fiança de permanência na empresa, mas são as principais responsáveis pelo declínio ou progresso da sua imagem.

Respeito, cordialidade, gentileza, segurança e complacência são princípios fundamentais para estruturar qualquer reputação e fazem a diferença em qualquer área de atuação. Porém, condutas negativas prejudicam até os indivíduos mais competentes e são ações, muitas vezes enraizadas em profissionais mais velhos ou com mais tempo de casa, imperceptíveis e que afetam, de forma permanente, a carreira de tantas pessoas.

Entre os comportamentos mais indesejados no mundo corporativo estão:

Arrogância: geralmente revelados por indivíduos que recusam qualquer crítica ou contribuição de terceiros, prejudicando o trabalho e a produtividade em grupo. Tendem a não compartilhar conhecimento e o convencimento exacerbado os afasta de qualquer interação com colegas de trabalho.

Conformismo: pessoas que temem novas oportunidades, permanecem em suas zonas de conforto e ignoram possibilidades para desenvolver novas habilidades. Além de empobrecer o currículo e afastar promoções, podem ser vistas como profissionais medianos e passam a não ser solicitado para atender novas demandas ou desafios.

Desorganização: indivíduos que não priorizam serviços e ações, não entregam suas atividades nos prazos estipulados. São profissionais que geram perda de tempo e afetam na produtividade e resultados, tanto para si quanto para times e empresa.

Emotividade: pessoas temperamentais quase nunca são promovidas a líderes, suas emoções complicam na tomada de decisões, principalmente em ambientes que exigem equilíbrio, imparcialidade e objetivo.

Fofoca: além da distorção de fatos, os boatos afetam a credibilidade profissional de qualquer pessoa, afastando a confiança dos colegas de trabalho e de gestores que passarão a não confiar tarefas a quem espalha informações pela empresa.

Impulsividade: além de demonstrar a falta de controle sobre qualquer deliberação ou atitude, reagir sem pensar nas consequências aumenta a chance de se envolver em situações arriscadas e viver, constantemente, com o sentimento de culpa.

Intolerância: pessoas intransigentes desaprovam qualquer atitude que não esteja de acordo com os seus ideais, sua inflexibilidade interfere nas relações interpessoais e, em sua grande maioria, são isoladas e afastadas de qualquer tipo de equipe.

Perfeccionismo: confundem a qualidade da entrega de serviço na interminável busca pela excelência, atrasando o cumprimento de tarefas e obrigações.

Teimosia: profissionais que contestam toda e qualquer determinação de colegas e superiores, acabam provocando ambientes desconfortáveis e indisposição entre a equipe.

Timidez: o excesso de acanhamento, a insegurança em expor opiniões ou defender as próprias ideias distanciam pessoas e novas oportunidades.
São comportamentos que desfavorecem qualquer indivíduo e, na maioria das vezes, eles não reconhecem suas próprias limitações para modificá-las. Para isso, existe o coaching. Um processo que identifica e aprimora, por meio de ferramentas e técnicas cientificamente validadas, os desafios e barreiras que impendem o crescimento profissional de pessoas e quais as melhores ações para direcioná-las ao sucesso, aprimorando suas ações e relações. O coaching trabalha atitudes limitantes e potencializa habilidades, auxiliando no desenvolvimento e na formação de profissionais altamente engajados, comprometidos, eficientes e que, principalmente, promovem resultados.


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