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Quer crescer profissionalmente? No siga os ditados brasileiros
Martello Gesto de Pessoas
20
Ago
2014

É curioso como um bom número dos ditados brasileiros demonstram uma apatia e passividade.

 

Eu adoro detoná-los.

 

Segue abaixo alguns deles e como deveriam ser interpretados para contribuir com seu crescimento profissional.

 

“Os Últimos Serão os Primeiros”

 

Quem será que criou este?

Porque os últimos serão os primeiros?

Se não fizerem nada, os últimos continuarão sendo os últimos.

A não ser no cinema lotado. Os últimos que chegarem sentarão na primeira fileira.

 

“O Futuro a Deus Pertence”.

 

OK, concordo. Mas que tal dar uma “mãozinha”?

Vamos tentar um novo.

“O futuro a nós também pertence”.

O que você estará fazendo daqui a um ano? Quanto estará ganhando? Estará mais feliz? Quais novos conhecimentos adquirirá?

O que você fará nos próximos meses para chegar lá?

 

“Quem Espera Sempre Alcança”

 

Quem espera, provavelmente, nunca alcançará nada.

O Talento não espera, e sim, busca com perseverança seus objetivos.

Quem criou esse ditado era um grande vagal.

 

“Devagar se Vai ao Longe”

 

Outro ditado criado por um vagal.

Devagar, você pode até ir longe, mas todos já terão chegado e não sobrará nada para você.

 

“Errar é humano”

 

OK, concordo.

Mas deveria ser criado outro: “Não errar não é desumano”.

 

“Mais Vale um Pássaro na Mão do que Dois Voando”

 

Falta ousadia.

Prefiro: “Mais vale dois pássaros na mão do que um voando”.

 

“Quem Tem Boca Vai à Roma”

 

Está muito desatualizado.

Precisa de uma nova versão 2.0: “Quem tem Internet vai onde quiser”.

 

“Não Existe Mulher não Conquistável e sim Mulher Mal Cantada”

 

Não é bem um ditado. É uma frase machista e repugnante.

Tem que ser extinta.

Podemos criar uma substituta, principalmente para o pessoal da área comercial: “Não existe Cliente não conquistável e sim Cliente mal cantado”.

 

“A Pressa é Inimiga da Perfeição”

 

Hoje, quem domina o mundo são os mais rápidos.

Tem que ser atualizado: “A pressa e a perfeição devem ser amigas”.

Ou pode ser substituído por um já existente: “O Ótimo é Inimigo do Bom”.

 

“Água Mole em Pedra Dura Tanto Bate Até Que Fura”

 

Também muito vagaroso.

Muitas vezes temos que dar logo uma “porrada” na pedra e fazer acontecer.

 

“Quem Ri por Último, Ri Melhor”

 

Está bem errado.

Este é o certo: “Quem ri no início, meio e fim, ou seja, durante todo o tempo, ri melhor”.

 

Não siga nenhum desses ditados. Sua carreira estacionará!

 

 

(*) Mauro Bernacchio é Administrador de Empresas, com mestrado pela FGV/SP e Diretor e Presidente de empresas nos últimos 20 anos


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Como ser o profissional desejado pelas empresas
Martello Gesto de Pessoas
16
Jul
2014

Como ser o profissional desejado pelas empresas




 

Especialista traz dicas e explica os diferenciais que se deve ter para a competências

 

Fabiano Goldacker

 

“Contrate uma pessoa pelo caráter e depois treine as suas habilidades”. A citação de Peter Schutz, que foi CEO da Porsche na década de 1980, defende que as habilidades podem ser treinadas, mas o caráter não. Mais do que uma opinião, esta frase foi quase uma profecia. Atualmente as empresas não reclamam da falta de profissionais. Mas da falta de profissionalismo.

“A conduta de um profissional tem pontos de apoio diferentes com o passar dos tempos. Na época anterior à Revolução Industrial primava-se principalmente pelas habilidades, já que a economia era dominada principalmente pelo artesanato. As pessoas desenvolviam determinadas habilidades e tornavam aquilo a sua profissão”, analisa o executive coach Fabiano Goldacker, da Effecta Coaching.

Os ofícios eram transmitidos de pai para filho. Até que houve também uma grande evolução nas ciências e no conhecimento científico. “Com a Revolução Industrial o perfil da economia mudou e as grandes corporações começaram a se proliferar, assim como o conhecimento científico em áreas como Engenharia, Economia e Medicina. À medida que aumentava o número de empresas industriais o número de empreendedores crescia consideravelmente. O empreendedorismo sempre demandou atitude, iniciativa, ou seja, vontade de fazer algo sem esperar que alguém mande”, destaca Fabiano.

Assim o trinômio conhecimento-habilidade-atitude perdura até hoje como condição importante para qualquer profissional, em qualquer área. O conhecimento representa o domínio que a pessoa tem sobre determinado assunto; a habilidade é a capacidade de a pessoa transformar esse conhecimento em algo produtivo, que gere resultados; e a atitude é a iniciativa esperada de qualquer profissional para que ele ande com as próprias pernas, sem esperar as ordens de alguém. Trata-se do saber, do saber fazer e o querer fazer, características descritas no livro “Metacompetência”, de Eugênio Mussak.

Embora esse perfil pareça completo, ou melhor, pareça tornar qualquer profissional completo, atualmente se percebem muitas queixas no mercado de trabalho. É comum ouvir que faltam profissionais no mercado. Faltam pessoas que preencham o perfil desejado, que atendam às características dos empreendedores. Apesar do maior acesso aos ensinos Técnico e Superior, muitas pessoas saem formadas, com o conhecimento, mas saem sem as habilidades e, principalmente, sem atitudes.

Por mais que existam profissionais dotados de conhecimentos, habilidades e atitudes, isso não os torna profissionais competentes. O motivo disto é a falta de uma característica muito importante para todo e qualquer profissional: o comportamento.

“Trata-se da postura profissional que a pessoa assume em termos de relacionamento interpessoal, liderança, ética e educação. Tem a ver com querer se desenvolver continuamente e contribuir com o crescimento das pessoas a seu redor. Não é a atitude da pessoa de somente saber fazer e querer fazer, mas principalmente de saber ser”, explica Goldacker.

Pior do que a falta de profissionais no mercado é a falta de profissionalismo. “Essa situação tende a aumentar se os profissionais competentes de hoje não adotarem um comportamento que vise à formação das pessoas pautada numa conduta profissional ética, nos bons exemplos e no bom relacionamento interpessoal”, comenta o coach.
 
Anote as dicas para ser um profissional desejado pelas empresas:

- Dê bons exemplos: o poder de um bom exemplo é fantástico. Vale mais do que muitos sermões e discursos. Um bom exemplo sempre influencia positivamente as pessoas.

- Desenvolva as pessoas: aperfeiçoe-se profissionalmente, compartilhe o que você sabe e estimule os outros a buscarem conhecimento, para que este novo conhecimento seja novamente compartilhado entre todos.

- Goste das pessoas: ninguém trabalha sozinho. Estamos inseridos num ambiente cada vez mais complexo e competitivo e em algum momento precisaremos de alguém para nos dar apoio e suporte.

- Acredite no que faz: se você não acreditar no que faz, ninguém mais acreditará. Se você não entregar resultados de qualidade as pessoas não enxergarão valor no seu trabalho.

- Seja educado: a conduta de um profissional competente demanda polidez e educação. Isto lhe aproximará das pessoas e dará a você o direito de ser firme e assertivo quando for necessário.

 

 


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Brasileiros esto entre os que mais misturam a vida pessoal e profissional
Martello Gesto de Pessoas
04
Abr
2014

Brasileiros estão entre os que mais misturam a vida pessoal e profissional

Pesquisa apontou que 74% dos trabalhadores do país carregam seus computadores, smartphones e tablets durante as férias ou fins de semana

Studio Cl Art/Photl.com27% dos entrevistados afirmaram que utilizam as horas de trabalho para planejar os fins de semana e férias

 

Com a rotina cada vez mais corrida parece difícil conseguir desligar totalmente do trabalho e aproveitar os momentos de lazer. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos a pedido da Pullman, empresa especializada em negócios do grupo hoteleiro Accor, os brasileiros estão entre os que mais misturam a vida pessoal e profissional. O estudo apontou que 74% dos trabalhadores do país carregam seus computadores, smartphones e tablets durante as férias ou fins de semana, contra 47% dos britânicos ou 50% dos alemães, e ficam atrás apenas dos chineses, com 85%.

Além disso, 92% dos chineses e 83% dos brasileiros pensam que o "blurring", o termo em inglês que define a mistura entre vida profissional e pessoal, facilita o trabalho. Nos demais países, a opinião foi compartilhada por cerca de 70% dos pesquisados.

Ao analisar todas as nacionalidades, 27% dos entrevistados afirmaram que utilizam as horas de trabalho para planejar os fins de semana e férias. Além disso, eles reconhecem que enviam e-mails profissionais de casa antes de sair para trabalhar (48%) e antes de ir dormir (27%).

Segundo Christian Barbosa, especialista em administração de tempo e produtividade, muitas questões podem influenciar esse resultado. A cultura brasileira, por exemplo, é sem limite de tempo, ao contrário da alemã, que cobra que tudo seja feito absolutamente dentro dos limites. “O Brasil também tem mais processos trabalhistas que nos outros países, exatamente por essa falta de limites”, comenta.

No entanto, Christian não acredita que ter momentos de lazer no trabalho e momentos de trabalho no lazer seja tão negativo assim. “Quanto mais tentamos separar as coisas, mais nos frustramos, porque a vida é uma só e o trabalho faz parte dessa vida. É preciso usar o tempo com sabedoria. Se tiver uma ideia brilhante em uma tarde de sábado, por que não parar tudo e pensar sobre ela? Isso pode salvar uma hora de produtividade na jornada de trabalho. Não adianta ter uma agenda de trabalho e uma de lazer. O que devemos ter é uma agenda de vida”, explica. O especialista ainda afirma que, como nenhuma pessoa é um robô para trabalhar uma jornada inteira sem descanso, pequenas pausas – sem abuso – ajudam a manter a produtividade.

Ou seja, tudo bem parar cinco minutos para marcar a consulta médica necessária e pesquisar um hotel para se hospedar nas férias, desde que isso não ultrapasse os limites e não prejudique as tarefas do trabalho. Quando o trabalho e o lazer se misturam demais, o profissional pode ficar mal visto na empresa ou estressado no lazer. "Nosso trabalho é ilimitado, vamos sempre achar coisas para fazer, nunca acaba. Agora, o seu tempo é limitado. Isso significa que se você não colocar um limite para sua vida profissional, a vida pessoal não vai existir. A chave para tornar isso uma realidade é trabalhar melhor, de forma mais inteligente, utilizando melhor seu tempo no dia-a-dia. A pessoa que não administra bem o seu tempo acaba perdendo vida. Vai ficar estressada, sem energia, sem motivação, sem ânimo para os relacionamentos afetivos e não vai conseguir cuidar de sua própria saúde", conclui Christian.


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OS SETE CARGOS MAIS DESEJADOS
Martello Gesto de Pessoas
17
Out
2013

OS SETE CARGOS MAIS DESEJADOS

 

EXECUTIVO DE VENDAS HUNTER SÊNIOR

Salário médio R$ 7mil.

O profissional precisa ter conhecimento do segmento e boa relação com as empresas para gerar bons negócios. No caso de vendas técnica, relacionada com o segmento de atuação. Em mercados menos técnicos, o curso de formação é aberto.

 

ANALISTA DE PRECIFICAÇÃO (BENS DE CONSUMO)

Salário médio: R$5,5mil.

O funcionário deve ser analítico e ter familiaridade com números e criação de modelos econômicos. Deve saber precificar produtos com ferramenta de apoio (como softwares   que as empresas compram) e manualmente (usando Access e Excel). A formação requisita é graduação em economia, administração engenharia ou estatística.

 

ANALISTA DE CUSTOS

Salário médio: R$ 5 mil

Espera-se que o profissional seja experiente e analítico, com conhecimento em diversos formatos de apuração de custos. Também deve ser proativo e ter bom relacionamento interpessoal. A formação requisitada é a graduação em economia, administração, engenharia ou ciências contábeis.

 

COORDENADOR DE UNIVERSIDADE

Salário médio: R$ 7 mil

Esse profissional deve ser sólida experiência em treinamento, conhecimento das ferramentas de avaliação de desempenho, visão de negócios. O candidato pode ser graduado em psicologia, administração de empresas ou recursos humanos.

 

ESPECIALISTA DE PROJETOS

Salário médio: R$ 7 mil

 

É o profissional que executa multitarefas e tem habilidade para lidar com prazos, números, pessoas cálculos técnicos, processos, metodologia e qualidade. Ideal ter formação em engenharia e, eventualmente , passagem por alguma consultoria. Também pede - se domínio de ferramentas como MS Project e Excel.

 

ANALISTA SÊNIOR – ESPECIALISTA

Salário médio: R$ 7 mil

Deve ter perfil estratégico e proativo, habilidade em integrar, analisar, planejar e viabilizar soluções integradas. Também se espera conhecimento e passagem por três áreas que compõe gerência de supply chain. O inglês deve ser fluente e ter graduação em administração, engenharia ou áreas correlatas. Também pede-se MBA ou cursos na área de logística.

 

ARQUITETO DE SISTEMAS

Salário médio: R$ 7,5 MIL

 

O profissional  deve ter sólida experiência em arquitetura de sistemas e também conhecer a lógica de programação, banco de dados, metodologias e ter capacidade de gerir projetos. Os candidatos devem ser graduados em faculdade de primeira linha no segmento de tecnologia da informação e ter inglês fluente. 


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Como no dar vexame nas festas de fim de ano da empresa
Martello Gesto de Pessoas
06
Dez
2012

Como não dar vexame nas festas de fim de ano da empresa

ANDRÉ ZARA

 Com o final do ano próximo, está aberta a temporada de festas de confraternização das empresas. Com a desculpa de comemorar as conquistas do ano, profissionais de todo o Brasil e seus empregadores se reúnem para celebrações descontraídas. Será?

"Apesar de ser uma comemoração, as pessoas não devem se esquecer de que ainda estão em um ambiente corporativo. Os colegas observam e existe risco de consequências", diz Gabriela Coló, sócia da consultoria de RH Havik.

Segundo ela, o comportamento do profissional deve ser contido e seguir os padrões da empresa. "Uma boa dica é observar como o seu gestor se comporta. Isso é um bom indicativo de como você deve agir", explica.

 

   

Apesar disso, existem as exceções, geralmente causadas pela bebida alcoólica. "O diretor de umas das empresas em que trabalhei certa vez se excedeu na bebida e acabou causando um grande constrangimento na festa. Por causa dele, a companhia parou de realizar a tradicional comemoração."

A diretora da Pro-Fit Coaching & Treinamento, Eliana Dutra, também se lembra de um caso de uma diretora que bebeu demais e tirou um colega casado para dançar, fazendo movimentos que chocaram os presentes. "Mas alguém logo chamou a sua atenção e ela acabou indo embora da festa", conta.

Depois de episódios assim costumam sobrar puxões de orelha da área de recursos humanos e da chefia.

ATÉ O CHÃO

No escritório de advocacia Chalfin, Goldberg, Vainboim & Fichtner Advogados Associados, a festa deste ano vai reunir 280 colaboradores e convidados no Rio de Janeiro.

Janahyna Moreira, analista de RH que ajuda a organizar a comemoração há quatro anos, relembra alguns momentos memoráveis da celebração. "Uma vez, um funcionário recém-contratado (estava no escritório havia uma semana) bebeu demais e acabou dançando "até o chão". No dia seguinte, ele nem conseguiu ir trabalhar", conta.

O "dançarino", como foi apelidado pelos colegas de trabalho, resolveu se demitir uma semana depois, oficialmente por outros motivos. Depois disso, Janayna começou a fazer algumas recomendações para os funcionários. "Eu costumo orientar sobre esses tipos de gafes por meio de e-mails, inclusive no convite da festa."

A analista aconselha também por e-mail sobre a questão do vestuário. "Muitas pessoas, principalmente mulheres, aparecem na festa com roupas provocantes. Elas precisam entender que não estão em uma boate e a intenção não deve ser seduzir ninguém", explica.

E, mesmo se você estiver apaixonado por um colega de trabalho, o pior lugar possível para se declarar é na comemoração da empresa. "Mesmo que o sentimento seja mútuo, a iniciativa poderá ser um constrangimento para os dois", afirma Gabriela.

MEU AMIGO SECRETO

O tradicional hábito de trocar presentes entre profissionais também pode ser uma fonte de constrangimento na hora em que as pessoas abrem o embrulho. "Já ouvi um caso de um chefe que presenteou uma funcionária com roupas íntimas. Mesmo que ela tivesse pedido, ele deveria ter optado por algo mais tradicional", diz a sócia da Ravik.

Janayna recomenda o sempre esquecido bom senso. "Descubra o que a pessoa gosta e faça sua escolha com base nisso. Também tenha certeza de que ela possa trocar o presente."

Apesar do clima de final de ano incluir a espiritualidade, lembre-se de que cada pessoa tem a sua. Presentes ou cartões com conteúdo religioso estão fora de cogitação no ambiente corporativo. "Prefira um simples "boas festas" sem entrar em temas espirituais", afirma Eliana.

PRESENÇA OBRIGATÓRIA

Para a consultora Eliana, todo membro da empresa deve comparecer à comemoração, mesmo sem muita vontade. E também não vale ficar pouco.

"Muitos profissionais que ocupam cargos de chefia aparecem, ficam 30 minutos e vão embora. Os funcionários observam isso e se sentem desprestigiados", explica.

A dica é aproveitar com moderação e se confortar com o fato de que as festas corporativas só acontecem uma vez por ano.

 


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