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Resultado, s com motivao Executivos reclamam de produtividade, mas admitem que preciso investir nos funcionrios
Martello Gesto de Pessoas
14
Out
2014


ludmila pizarro

De um lado, empresários criticando o desempenho de funcionários; do outro, pessoas desmotivadas com os empregos. Como resolver essa equação? Duas pesquisas divulgadas no Brasil traçam análises bem diferentes da relação entre patrões e empregados.
 

Levantamento realizado pela consultoria Betânia Tanure Associados (BTA) aponta que 80% dos empresários brasileiros consideram que o desempenho de seus funcionários está abaixo do esperado. Por outro lado, uma pesquisa da revista “Você S/A” mostra que 72,4% dos funcionários estão desmotivados e insatisfeitos com seus empregos. “Chama a atenção como o descontentamento está elevado. Ainda mais em um país que pretende tornar-se competitivo”, analisa Aldina Vickberg, psicopedagoga e consultora técnica de projetos da BTA.

“O Brasil cresceu sem formar uma cultura de produtividade e, hoje, disputamos com países com essa cultura muito mais arraigada”, afirma Ricardo Garcia, vice-presidente de recursos humanos e tecnologia da informação da ArcelorMittal. “O Brasil está abaixo em termos de gestão de pessoal da China e da Colômbia”, complementa a consultora. Para Garcia, a falta de motivação é um dos problemas que afetam a produtividade. “É uma soma de fatores, existem outros, como a falta de qualificação”, afirma.

Para os especialistas, porém, não existem bons resultados sem motivação. “Quanto mais motivados os funcionários, mais produtivos serão”, afirma Pedro Pote, diretor da rede de franquias imobiliárias Remax de MG. Por isso, a empresa investe em premiação e reconhecimento. “Temos uma convenção anual que acontece nos Estados Unidos. Entre os corretores de Minas, já tivemos quatro prêmios”, comemora o diretor da rede.

Apenas ganhos financeiros, porém, não garantem motivação. “Salário não motiva, mas falta de dinheiro desmotiva”, alerta o presidente da Rhumo Consultoria, Sérgio Campos. Para Ricardo Garcia, o salário em si não ajuda. “Apenas um salário maior pode até desmotivar. A questão é a oportunidade de desenvolvimento”, diz o executivo da Arcelor.

Elizabete Valentini é um exemplo de sinergia entre empresa e funcionário. Ela foi recentemente promovida a gerente de administração de pessoal da ArcelorMittal. “Acredito na liderança pelo exemplo e na interação. Passei por todas as áreas de recursos humanos e auxiliei no desenvolvimento de processos”, orgulha-se ela, que é funcionária há 25 anos e entrou na empresa como estagiária.

Aldina Vickberg acredita que é importante o funcionário saber que faz parte de um objetivo maior. “Quando a equipe sabe que há uma coisa boa sendo desenvolvida, ela se motiva. Até porque as pessoas saudáveis saem de casa todos dia para realizar”, declara a consultora.

Muitas vezes, porém, essa realização vem de um projeto pessoal. Cristiano Borges Nogueira, 38, trocou o emprego como engenheiro na Fiat para abrir a própria empresa. “Quando lembro que hoje trabalho no horário em que sou produtivo, faço o que gosto e controlo meus horários, me dá muita alegria”, afirma o empresário.

Melhores
Sinal
. Entre 2006 e 2013, 29% das empresas saíram do ranking das 500 melhores organizações para se trabalhar. “Isso é um sinal de alerta”, afirma Aldina Vickberg, consultora da BTA.

Fonte: O Tempo Economia


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SE NO DER PRA SER INSUBSTITUVEL, SEJA INIGUALVEL
Martello Gesto de Pessoas
26
Set
2014

SE NÃO DER PRA SER INSUBSTITUÍVEL, SEJA INIGUALÁVEL

O mercado profissional é um ambiente aparentemente hostil. Há muita concorrência.


Sebastião Luiz

 


“Ninguém é insubstituível” é a máxima que todos conhecem e ouvem, principalmente no ambiente organizacional. No entanto, “ninguém” é um pronome indefinidamente forte e delimitador. Como não há verdade absoluta, a possibilidade de desbancar essa afirmativa está ao alcance do profissional de talento. Mas o que é preciso para se tornar insubstituível em uma empresa ou organização?
As pessoas são dotadas de aptidões inatas. Cada indivíduo tem maior facilidade e desenvoltura para determinada área. Então, o primeiro passo é identificar essa vocação latente para, em seguida, investir nela. Alguns exemplos tornam essa teoria clara como água. É o caso de jogadores de futebol como Neymar. Ainda criança lhe foi identificado o talento para o esporte, talento que foi lapidado desde então tornando-o um dos melhores do mundo na sua área de atuação.
O mercado profissional é um ambiente aparentemente hostil. Há muita concorrência.
Para sobressair é fundamental investir na vocação, do contrário estará fadado a ser peça de reposição. Quando surge uma vaga, chovem candidatos, o que dá a sensação de que a qualquer momento outra pessoa pode te substituir, que o seu empregador pensa “se você não quer trabalhar, tem uma fila esperando o seu cargo”. Isso pode até ser verdade, mas não é bem assim.
O objetivo de uma empresa é produzir. Independente do produto, todas precisam render. Contratar um novo funcionário é um processo que requer tempo e dinheiro, investimento. Esse tramite retarda a produção. O mais interessante é manter o profissional que já está ambientado com a rotina da empresa. A fidelidade mútua é extremamente proveitosa e lucrativa para as duas partes.
Saber desses detalhes é ter “a faca e o queijo na mão”. O provérbio inglês “a rolling stone gathers no moss” (pedra que muito rola não cria limo) sabiamente ensina: é preciso estar sempre em busca do aperfeiçoamento, não ficar parado, renovar-se. Ser indispensável requer ambição, conhecimento, desenvoltura e diferencial. A tarefa que você executa certamente pode ser realizada por outra pessoa. Contudo, a identidade - a sua “impressão digital” - está na sua forma de executar.
A particularidade é o ingrediente chave. O profissional competente sabe utilizar seus talentos, aprimorá-los e não cansa de aprender. Ele se torna indispensável para a empresa por fazer parte do DNA dessa organização. Sua ambição gera criatividade para inovar, dia a dia, o ambiente de trabalho.
“Ninguém é insubstituível” pode até ser uma frase verdadeira, sempre haverá alguém para desempenhar o papel que o outro desempenhava. Mas cada profissional tem a sua identidade e essa marca, particular e intransferível, que se torna imprescindível para uma empresa. O talento trabalhado e com a sua forma não o tornará insubstituível, mas o tornará inigualável.

Fonte: Administradores


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7 DICAS PARA RESOLVER O VELHO PROBLEMA DA MO DE OBRA NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Martello Gesto de Pessoas
24
Jul
2014

7 dicas para resolver o velho “problema da mão de obra” nas micro e pequenas empresas

Colaboradores se demitindo com frequência? Funcionários não permanecem muito tempo na empresa? 7 dicas para espantar este fantasma!


 

 

 

Provavelmente você já deve ter escutado de algum pequeno empresário, queixas do tipo:

- “Meu maior problema aqui na empresa é com a mão de obra”...

- “Meus funcionários ficam pouco tempo aqui na empresa, logo pedem demissão...”

- “A mão de obra aqui na cidade é muito ruim”...

 

Geralmente essas queixas refletem um problema comum enfrentado por muitas pequenas empresas brasileiras: a constante rotatividade de pessoal, um fenômeno que gera prejuízos e muita dor de cabeça para o pequeno empresário.

 

Gostaria de tratar esse assunto na ótica do pequeno empresário brasileiro, aquele que gerencia pessoalmente sua pequena empresa e que tem a responsabilidade direta de manter uma equipe motivada e alinhada com os interesses do negócio.

 

Inicialmente vale dizer que diversos fatores que motivam os colaboradores a deixar seus empregos em busca de um novo trabalho, dentre eles:

 A ausência de perspectiva de futuro na empresa; 

 Relacionamento ruim com o chefe ou patrão; 

 Salários abaixo da média do setor; 

 Atraso frequente do pagamento; 

 Falta de recursos adequados para desempenhar a função; 

 Comportamento inadequado ou mau exemplo do patrão; 

 Inexistência de treinamento para a função;

 Interferência de familiares no negócio (muita gente mandando)... entre outras situações!

 

Vamos agora eliminar alguns mitos e apontar alguns possíveis caminhos; A lista a seguir descreve 7 dicas quentes que podem ajudar a minimizar o problema da alta rotatividade de pessoal:

1º - Descubra com precisão quais as razões pela qual seus funcionários estão deixando a empresa! 

Se necessário contrate uma consultoria externa para ajuda-lo; esse trabalho não é caro e pode ajudar imensamente na identificação real do problema; Às vezes o pequeno empresário “acha” que os funcionários “não param na empresa” por um motivo e na verdade a causa do problema é outra...

 

2º - Muito cuidado com as questões salariais! 

Procure pagar bem e em dia; atrasar salário é uma das coisas que mais desmotivam e irritam o colaborador; dinheiro no bolso e em dia é muito importante para qualquer um!

 

3º - Procure oferecer ao seu funcionário uma pequena participação nos resultados! 

Isso motiva o colaborador a produzir mais e com melhor qualidade. Converse com seu contador para que ele o auxilie a chegar num valor adequado e compatível com o porte de sua empresa; mesmo com um orçamento modesto, sempre é possível encontrar um valor viável;

 

4º - Contrate certo! 

Em muitas empresas os problemas com pessoal começam na contratação. Colocar pessoas sem o perfil adequado contribui para o fracasso do colaborador e da empresa. Mesmo que sua empresa seja bem pequena, não descuide desse ponto; se necessário contrate um profissional que te ajude a fazer um recrutamento e uma seleção. Fica mais barato do que contratar mal!

 

5º - Treine as pessoas para desempenhar as funções! 

Toda empresa precisa investir em treinamento; já se foi o tempo que isso era apenas para grandes empresas; lembre-se que treinamento empresarial é coisa para profissionais, não pode ser feito de qualquer jeito; Instrutores autônomos, empresas de treinamento e Instituições como o SEBRAE ajudam bastante e os custos são acessíveis; treinar pessoal pode ser caro, mas muito mais caro é manter funcionário sem treinamento, fazendo bobagem na empresa! E tenha em mente que treinar seu pessoal é responsabilidade sua!

 

6º - Cuide da sua equipe! 

Toda pessoa gosta de afeto e acolhimento; portanto dê atenção a seu pessoal, escute os problemas, pergunte frequentemente sobre a impressão de cada um com relação ao trabalho e à empresa; dê feedback e valorize as sugestões! Normalmente a equipe tem a solução para qualquer problema na empresa!

 

7º - Profissionalize a gestão de sua empresa! 

Se você é o próprio gestor de sua empresa, então tenha em mente que você também precisa de qualificação! 

 

Administrar uma empresa não é tarefa para amador e você, proprietário ou gestor, precisa se manter atualizado! 

Participe de treinamentos e programas de aperfeiçoamento de gestão de negócios! Esse é o primeiro - e talvez maior passo - para a profissionalização da sua empresa!

 

(*) Roberto Souza de Morais é formado em Engenharia Mecânica pela Unesp/SP, Pós Graduado em Gestão Empresarial pela FGV/RJ e especialista em Gestão Estratégica de Pessoas e Inovação pela Faculdade Católica Dom Orione/TO. Autor do livro "O Profissional do Futuro - Uma Visão Empreendedora", publicado pela Editora Manole/SP


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Sua Empresa tem boas maneiras?
Martello Gesto de Pessoas
24
Jul
2014

Sua Empresa tem boas maneiras?

A etiqueta empresarial tem o objetivo é reduzir, ao mínimo, os conflitos, preconceitos, atritos, dúvidas, suspeitas e mal entendidos entre o público e as organizações, criando um clima de conhecimento, compreensão, confiança, cooperação e parceria entre as partes que se relacionam

 

É comum as pessoas tratarem com estranheza o termo etiqueta empresarial, não tendo a real noção da importância que os profissionais de uma empresa possuam esse tipo de etiqueta.

Mas segundo Ricardo Barbosa, diretor executivo da Innovia Training e Consulting, o impacto da implantação desse tipo de ação é fundamental para a manutenção e o crescimento de uma empresa.

Barbosa cita como exemplo um estudo da universidade americana de Harvard que mostra que dois terços das demissões nas empresas são causadas por dificuldades de relacionamento com os colegas, no que a falta de etiqueta empresarial se mostra fundamental.

Isso explica porque pessoas altamente profissionais e competentes no que fazem acabam sendo demitidas de suas empresas e outras – nem tão competentes assim - permanecem, atingindo promoções e melhores oportunidades de carreira.

Logo, podemos concluir que competência técnica não é tudo e que aquelas pessoas que não têm uma boa habilidade para criar relacionamentos, ou seja,e

tiqueta no convívio, acabam tendo menores chances de sucesso.

Etiqueta Empresarial é um conjunto de cerimônias usadas no trato entre pessoas e empresas, regidas pela boa educação, bom comportamento, convenções sociais, ética profissional e prescrições oficiais.

Seu objetivo é reduzir, ao mínimo, os conflitos, preconceitos, atritos, dúvidas, suspeitas e mal entendidos entre o público e as organizações, criando um clima de conhecimento, compreensão, confiança, cooperação e parceria entre as partes que se relacionam.

Assim, ela se resume à capacidade de escolher o comportamento correto perante o convívio social dentro de uma empresa, para que se alcance o sucesso nas relações de negócios e para que se estabelecerão relações sólidas entre os clientes e colaboradores. “Essa preocupação deve abranger todo o contexto da empresa, desde o office-boy até o presidente, todos devem ter uma imagem coesa de etiquetaempresarial”, explica o diretor da Innovia.

Veja algumas dicas de etiqueta empresarial preparadas por Ricardo Barbosa, diretor executivo da Innovia Training & Consulting:

1. Pontualidade deve ser ponto de honra no ambiente empresarial
. Assumindo um compromisso, este se torna sua responsabilidade, prinipalmente o horário. Organize-se para chegar na hora todos os dias e para cumprir com os prazos propostos.

Caso perceba que não será possível cumprir com o compromisso no horário, ligue ou peça para ligarem informando sobre o atraso.

2. A vestimenta diz muito para as outras pessoas assim é recomendável roupas discretas, sem modismos. Decotes e cores berrantes, dentre outros erros devem ser evitados, sob pena de perder com a seriedade. Tome cuidados com higiene pessoal.

3. O ditado a primeira impressão é a que fica deve ser levado a sério.  Assim, sempre seja cordial e prestativo já em um primeiro contato, saiba ouvir e falar na hora certa e tenha sempre cartões profissionais disponíveis

4. Sempre ao entrar em um local peça licença, busque comprimentar todas as pessoas que estiverem no local, mas só estenda a mão se o interlocutor o fizer primeiro, e só se sente se for convidado por ele.


5. Se comunique corretamente com as pessoas, busque olhar nos olhos, demonstre atenção no que estão falando, não se distraia durante a conversa e busque estabelecer um diálogo.

6. Mantenha uma postura correta, não cruze os braços, evite se sentar de qualquer jeito, jogando o corpo na cadeira, como também não se sente na beirada da cadeira. É importante uma boa acomodação, porém ereto e de forma adequada

7. A maioria das corporações possuem códigos de ética e de conduta a ser seguido. Procure se informar no lugar em que você trabalha onde pode encontrá-lo e leia com atenção.

8. Seja organizado e demonstre isso. Planeje adequadamente seu tempo e sua mesa, mantenha os papéis e arquivos de computador nos devidos lugares, onde não só você, mas qualquer membro da empresa consiga localizar quando necessário.

9. Respeite os colegas e o espaço de trabalho. Não precisa ficar mudo durante o expediente, mas evite ao máximo assuntos que exponham o seu lado pessoal ou o de alguma outra pessoa. Fofocas nunca combinaram com o ambiente profissional. Além disso, adeque a altura da sua voz ao ambiente.

10. Cuidado com a utilização de celulares no trabalho. Evite ligações pessoais e caso estas ocorram, busque ir para um local privado. Não fale demasiadamente alto e muito menos utilize termos de baixo calão. Cuidado com o toque do celular, o correto é deixá-lo no modo silencioso.

11. Além do celular, também é necessário cuidados com outras ferramentas tecnológicas e principalmente com as redes sociais. As empresas antenadas possuem políticas para utilização destas, por isso busque saber os limites;

12. Amizades no ambiente de trabalho é um tema delicado. É importante diferenciar amigos de colegas de trabalho, principalmente no ambiente da empresa. Esse limite pode ser útil quando for necessário realizar uma cobrança ou fazer um feedback

13. Bom humor é uma necessidade nas empresas.Quando estiver tendo um dia difícil, reflita se alguém do trabalho tem a obrigação de compartilhar as dificuldades com você. Contudo, cuidado com as brincadeiras. Um ambiente de trabalho descontraído é positivo desde que sejam feitas apenas brincadeiras saudáveis, que promovam um ambiente alegre e equilibrado.

14. Busque ter “jogo de cintura” na hora de imprevistos e ouça a opinião dos outros muitas vezes de opiniões divergentes se chega a um ponto em comum correto. É preciso saber argumentar e também, ceder.

 

Fonte: Administradores.com

 

 


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Como ser o profissional desejado pelas empresas
Martello Gesto de Pessoas
16
Jul
2014

Como ser o profissional desejado pelas empresas




 

Especialista traz dicas e explica os diferenciais que se deve ter para a competências

 

Fabiano Goldacker

 

“Contrate uma pessoa pelo caráter e depois treine as suas habilidades”. A citação de Peter Schutz, que foi CEO da Porsche na década de 1980, defende que as habilidades podem ser treinadas, mas o caráter não. Mais do que uma opinião, esta frase foi quase uma profecia. Atualmente as empresas não reclamam da falta de profissionais. Mas da falta de profissionalismo.

“A conduta de um profissional tem pontos de apoio diferentes com o passar dos tempos. Na época anterior à Revolução Industrial primava-se principalmente pelas habilidades, já que a economia era dominada principalmente pelo artesanato. As pessoas desenvolviam determinadas habilidades e tornavam aquilo a sua profissão”, analisa o executive coach Fabiano Goldacker, da Effecta Coaching.

Os ofícios eram transmitidos de pai para filho. Até que houve também uma grande evolução nas ciências e no conhecimento científico. “Com a Revolução Industrial o perfil da economia mudou e as grandes corporações começaram a se proliferar, assim como o conhecimento científico em áreas como Engenharia, Economia e Medicina. À medida que aumentava o número de empresas industriais o número de empreendedores crescia consideravelmente. O empreendedorismo sempre demandou atitude, iniciativa, ou seja, vontade de fazer algo sem esperar que alguém mande”, destaca Fabiano.

Assim o trinômio conhecimento-habilidade-atitude perdura até hoje como condição importante para qualquer profissional, em qualquer área. O conhecimento representa o domínio que a pessoa tem sobre determinado assunto; a habilidade é a capacidade de a pessoa transformar esse conhecimento em algo produtivo, que gere resultados; e a atitude é a iniciativa esperada de qualquer profissional para que ele ande com as próprias pernas, sem esperar as ordens de alguém. Trata-se do saber, do saber fazer e o querer fazer, características descritas no livro “Metacompetência”, de Eugênio Mussak.

Embora esse perfil pareça completo, ou melhor, pareça tornar qualquer profissional completo, atualmente se percebem muitas queixas no mercado de trabalho. É comum ouvir que faltam profissionais no mercado. Faltam pessoas que preencham o perfil desejado, que atendam às características dos empreendedores. Apesar do maior acesso aos ensinos Técnico e Superior, muitas pessoas saem formadas, com o conhecimento, mas saem sem as habilidades e, principalmente, sem atitudes.

Por mais que existam profissionais dotados de conhecimentos, habilidades e atitudes, isso não os torna profissionais competentes. O motivo disto é a falta de uma característica muito importante para todo e qualquer profissional: o comportamento.

“Trata-se da postura profissional que a pessoa assume em termos de relacionamento interpessoal, liderança, ética e educação. Tem a ver com querer se desenvolver continuamente e contribuir com o crescimento das pessoas a seu redor. Não é a atitude da pessoa de somente saber fazer e querer fazer, mas principalmente de saber ser”, explica Goldacker.

Pior do que a falta de profissionais no mercado é a falta de profissionalismo. “Essa situação tende a aumentar se os profissionais competentes de hoje não adotarem um comportamento que vise à formação das pessoas pautada numa conduta profissional ética, nos bons exemplos e no bom relacionamento interpessoal”, comenta o coach.
 
Anote as dicas para ser um profissional desejado pelas empresas:

- Dê bons exemplos: o poder de um bom exemplo é fantástico. Vale mais do que muitos sermões e discursos. Um bom exemplo sempre influencia positivamente as pessoas.

- Desenvolva as pessoas: aperfeiçoe-se profissionalmente, compartilhe o que você sabe e estimule os outros a buscarem conhecimento, para que este novo conhecimento seja novamente compartilhado entre todos.

- Goste das pessoas: ninguém trabalha sozinho. Estamos inseridos num ambiente cada vez mais complexo e competitivo e em algum momento precisaremos de alguém para nos dar apoio e suporte.

- Acredite no que faz: se você não acreditar no que faz, ninguém mais acreditará. Se você não entregar resultados de qualidade as pessoas não enxergarão valor no seu trabalho.

- Seja educado: a conduta de um profissional competente demanda polidez e educação. Isto lhe aproximará das pessoas e dará a você o direito de ser firme e assertivo quando for necessário.

 

 


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