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In�cio
VOCÊ É O RESULTADO DAS SUAS AÇÕES!
Luiz Antonio Martello
17
Jan
2014

A palavra de ordem para 2014 é “AÇÃO”.

Ao iniciar cada ano, geralmente estamos com uma lista de objetivos que desejamos alcançar: emagrecer, iniciar atividade física, parar de fumar, trocar de emprego, e vários outros.

Porém, já reparou que alguns objetivos são sempre escritos, mas não saem do papel? 

Em muitos momentos, sabemos exatamente o que é preciso fazer para concretizar alguns dos nossos objetivos ou obter resultados diferentes dos atuais, mas não o fazemos por inúmeras razões: medo de errar, de correr riscos, de ter decepções, receio de sair da zona de conforto. 

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Reclamamos muito da rotina, mas quando temos a oportunidade de sair dela, damos um passo para trás. E isso acontece por um motivo muito simples: não é fácil entrar em ação. Conheço especialistas em planejamento, mas que não conseguem sair do lugar. 

Além disso, alguns resultados demoram muito para aparecer e as pessoas acabam desanimando ou desistindo antes de terminar o que começaram. 

Thomas Edison dizia: “muitos dos fracassos da vida são de pessoas que não perceberam o quão perto elas estavam do sucesso quando desistiram”. 

A dica que dou para o início de 2014 é entrar em ação. Planeje as ações de médio e longo prazo, mas comece a agir naquilo que já deveria ter sido feito há muito tempo. 

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Não espere até o Carnaval! 

Se a sua meta é aprender ou aprimorar um idioma, procure um curso on line, presencial ou até mesmo no exterior que mais se adeque às suas condições, faça a inscrição e comece a frequentar as aulas. 

Se emagrecer é o seu foco, consulte um médico e siga, com disciplina, as orientações que ele passar. Se você precisa resolver um problema de relacionamento no trabalho não espere que a outra pessoa venha falar com você. Tome a iniciativa e proponha uma conversa franca e aberta com o seu colega. 

Com o passar do tempo você perceberá que pequenas ações acabam gerando grandes resultados. Você não precisa esperar o “momento certo”, que talvez nunca chegue, para entrar em ação. 

E se no começo, os primeiros resultados demorarem a aparecer, não desanime. Reveja suas metas, os prazos e objetivos iniciais e verifique a sua real motivação para o atingimento desse resultado. 

O grande segredo: motivação. 

Para nos mantermos motivados, devemos olhar para o que ainda não conquistamos, mas acreditar que aquilo que desejamos está “a caminho”, pois não estamos parados. 

Por exemplo, a pessoa que começa a fazer exercícios e muda o seu hábito de alimentação para emagrecer passa por fases de euforia e de angústia. Chega um momento da dieta que os números ou ponteiros da balança não mudam. É nesta fase que não se pode desistir e é fundamental pensar: “daqui a um tempo estarei mais disposta e mais feliz com o meu corpo. É só uma questão de tempo”. 

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É assustador tomar uma atitude diferente? Claro que sim. É desconfortável fazer algo que não estamos acostumados a fazer? Sim! 

Mas os resultados a que novas ações podem nos levar são muito mais gratificantes. 

Quais são as suas ações para o ano que se inicia? 

Que 2014 seja repleto de ações! 


Fonte: Administradores (Denise de Moura)


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O TRABALHO NO NATAL... E DEPOIS
Luiz Antonio Martello
19
Dez
2013

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Durante as festas de fim de ano, o comércio sempre contrata um grande número de pessoas para trabalhar temporariamente. Neste ano, porém, a contratação está mais difícil. Há mais vagas do que candidatos. O que pode explicar esse fenômeno?                       

Em primeiro lugar, há que se considerar que pouca gente está desempregada. A taxa de desemprego está em torno de 5%. Ou seja, 95% dos brasileiros que desejam trabalhar estão trabalhando. São poucas as pessoas disponíveis para ajudar as lojas nestas festas.

                                           

http://guialageano.com.br/luizmartello/img/posts/62846f1ad149c581d4c901dc613463903.jpgEm segundo lugar, lembro que no Brasil vem crescendo aceleradamente a população não economicamente ativa. São pessoas que, apesar de estarem na idade de trabalhar, não querem trabalhar. Muitos jovens estão ficando mais tempo na escola (o que é bom) e retardando a entrada no mercado de trabalho. Os idosos com mais de 60 anos, igualmente, estão parando de trabalhar atraídos por melhor aposentadoria e pelos programas sociais - Bolsa Família e outros. Nos últimos 12 meses, a parcela dos que não querem trabalhar cresceu 3,5%. Só em outubro, 650 mil pessoas se retiraram do mercado de trabalho. Não podemos esquecer também de que a população brasileira está crescendo mais devagar, o que faz diminuir ainda mais a proporção dos que podem trabalhar, inclusive nas festas natalinas.

                       

Em terceiro lugar, há que se considerar que o aumento da massa salarial e a elevação do padrão de consumo "convidam" muitas pessoas a trocar o trabalho por lazer. Ofereço um exemplo: a demanda por viagens aéreas em outubro subiu mais de 4% em relação ao ano anterior e deve subir ainda mais até o fim das férias escolares. Para essas pessoas, não há como convencê-las a trabalhar nas horas em que todos se divertem.                     

Finalmente, devo mencionar que a elevação da renda familiar dos últimos tempos deve ter reduzido o interesse ou a necessidade de rapazes e moças aceitarem empregos temporários no comércio e nos serviços. As famílias não necessitam do seu auxílio como necessitavam antigamente.

   

     
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Conclusão: o mercado de trabalho no Brasil continua apertado. É verdade que a geração de empregos está desacelerando. Mas a quantidade de pessoas dispostas a trabalhar diminuiu muito. A taxa de participação no mercado de trabalho é de apenas 57% - nos países avançados ultrapassa os 70%.

                   

Para as empresas sobra a dificuldade para recrutar funcionários - não apenas engenheiros, técnicos e especialistas, mas também pessoas menos qualificadas. Nos dias atuais, a lavoura de café se queixa de falta de braços para a colheita; os construtores ressentem a escassez de serventes de pedreiro; e as empresas de conservação e limpeza não conseguem contratar faxineiras. Aliás, as próprias donas de casa sabem o quanto está difícil conseguir uma empregada doméstica.

     

Já foi o tempo em que o Brasil era um país de mão de obra abundante e barata. Hoje, o trabalho é escasso e caro. Está se esgotando a passos largos o crescimento que durante décadas se baseou na adição de mais e mais trabalho no sistema produtivo. Daqui em diante, o Brasil terá de elevar substancialmente a eficiência das pessoas. Os salários e os benefícios não podem continuar descasados da produtividade. Os números são alarmantes: entre 1999 e 2011 os salários médios em termos nominais cresceram 9% ao ano (incluindo o salário mínimo), enquanto o crescimento da produtividade ficou em 0,6% ao ano. No mesmo período, a produtividade da China cresceu 8,2% ao ano. É uma diferença brutal. Mesmo com os salários chineses subindo, como estão hoje, o alto nível de produtividade garante àquele país uma competitividade invejável - o contrário do que ocorre no Brasil. Esse quadro precisa virar nos próximos anos. A melhoria da qualidade da educação é uma providência crucial. Os investimentos em infraestrutura, pesquisa e inovação vêm logo atrás. E isso não é programa para um mandato, e, sim, para duas gerações.

        

                                                                             

Fonte: O Estado de SP por José Pastore (professor de relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração e membro da Academia Paulista de Letras.)    


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BRASILEIROS PAGAM FORTUNA TRILIONÁRIA EM IMPOSTOS
Luiz Antonio Martello
13
Nov
2013

Do primeiro dia de janeiro até agora, cerca de R$ 1,25 trilhão já foram pagos ao Estado em tributos

Eber Freitas 

 

 O que você faria com 35,5% de sua renda anual? Provavelmente investir, empreender ou simplesmente adquirir bens e serviços seria a resposta de todos os leitores. No entanto, essa é a parcela que boa parte dos brasileiros paga ao Estado brasileiro -- seja União, estados ou municípios -- a título de tributos. De acordo com a ferramenta Impostômetro, até o momento cerca de R$ 1,32 trilhão em impostos (e contando) já foram pagos pelos contribuintes desde o primeiro dia de janeiro até hoje.

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Para o advogado tributarista Cristiano Xavier, do escritório Xavier Advogados, os números assustam e comprovam que o dinheiro investido no Brasil é grande, mas poucos se beneficiam com ele. “A situação é grave, pois os números indicam a realidade e não podemos continuar fechando os olhos. Por hora nós pagamos mais de 170 milhões e não nos perguntamos para onde esse dinheiro está indo”, alerta.

Para onde vai?

O dinheiro pago em impostos é utilizado diretamente pelo Governo Federal, que destina uma fatia considerável de volta aos 26 estados e 5.570 municípios para serem aplicadas em saúde, educação, programas de transferência de renda, transporte e segurança pública. "No entanto, as pessoas se questionam como pode o país enfrentar os problemas graves em todas essas áreas com tanta arrecadação", diz o advogado.

Mesmo cidadãos isentos do pagamento do Imposto de Renda e que não utilizam CNPJ têm a sua participação no Impostômetro. Isso porque, no Brasil, os tributos também recaem sobre o consumo, ou seja, todos os encargos que as empresas têm com trabalhadores, logística e burocracia são repassados para o cliente final.

O caso do PlayStation 4

Um caso recente que chamou a atenção para a derrama tributária brasileira foi o anúncio do preço do PlayStation 4 no Brasil, que chegou a ridículos R$ 4 mil. Apesar das discussões sobre as margens de lucro das varejistas e do distribuidor nacional, uma fatia imensa desse valor é composta por impostos que serão desembolsados, mais uma vez, pelo consumidor final.

De acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária sobre consoles chega a 72,18% do seu valor total. "Muitos impostos no Brasil são cumulativos. No caso, o ICMS, por exemplo, incide sobre o valor do produto, imposto de importação e IPI. Ainda há o Imposto de Renda e CSLL", afirma o especialista Roberto Dias Duarte, autor de diversos livros sobre o Sped.

Para ele, o famoso Custo Brasil entra no cálculo em pelo menos quatro aspectos, embora ninguém saiba exatamente qual o seu valor.

1. Custo burocrático das obrigações acessórias. O Brasil é o campeão mundial de burocracia tributária e trabalhista. Segundo dados da FIESP esse valor chega, em média, a 4% do valor dos produtos. No caso de produtos importados, pode ser maior, pois a burocracia no comércio exterior é gigantesca.

2. Custos trabalhistas, incluindo contribuições previdenciárias patronais. Também somos campeões nesse aspecto.

3. Custo burocrático logístico. Para um produto entrar no Brasil o processo é lento e caro.

4. Custo de transporte. 

"Por fim, no Brasil temos uma economia fechada, com poucos concorrentes, por isso, preços maiores. O atual sistema tributário brasileiro é complexo, injusto e burocrático", conclui.


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OPORTUNIDADE: OPTANTES DO SIMPLES DEVEM FAZER A AUTO-REGULARIZAÇÃO
Luiz Antonio Martello
18
Set
2013

Há muito viemos alertando nossos Clientes, que o Governo vem efetuando investimentos significativos na obtenção de informações econômicas e financeiras visando inibir a sonegação. O Brasil hoje dispõe de um dos melhores sistemas de cruzamento de informações fiscais do mundo. 

Atualmente, mais de 90% das empresas formalizadas no Brasil, são optantes pelo Simples Nacional, e o objetivo da Receita Federal neste programa é justamente levantar a sonegação existente nestas empresas.   

 

Nosso trabalho constante tem sido orientar periodicamente, através dos balancetes mensais, os nossos clientes quanto a correta emissão dos documentos fiscais por ocasião das operações comerciais, mantendo a transparência que traz tranquilidade quanto às ações do Fisco.

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O Programa Alerta Simples Nacional que está no Portal do Simples Nacional emitirá um alerta da fiscalização, informando a existência de inconsistências entre os dados declarados ao Fisco e aqueles obtidos ou coletados pela Receita Federal do Brasil e/ou Secretarias Estaduais, Municipais ou do Distrito Federal. O Alerta possibilita ao contribuinte a oportunidade de auto-regularização para que corrijam erros de preenchimento nas declarações e na apuração de tributos, antes do início de procedimento formal de fiscalização.

O Alerta Simples Nacional é semelhante ao utilizado na Malha Fina da Pessoa Física. A partir de uma parametrização dos sistemas, pelo cruzamento de dados, são levantados indícios de irregularidades entre os valores declarados e recolhidos, e o efetivamente devido (faturado). O cruzamento nesta primeira etapa está sendo realizado principalmente com a DECRED- Declaração apresentada pelas administradoras de cartões de crédito e das vendas efetuadas ao Governo Federal, cujos dados foram obtidos via Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).

 Com a informação do valor repassado pelas administradoras de cartões, e das vendas ao Governo, fica fácil para a Receita Federal, estimar o faturamento da empresa.

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Ao fazer a auto-regularização, o Contribuinte deverá retificar a declaração do Simples Nacional e recolher a diferença apurada pela Receita, antes de iniciado o processo de fiscalização que terá uma multa bem maior, variando de 75% a 225% do valor do imposto apurado. Além do pagamento da multa, o contribuinte fica sujeito às punições previstas na legislação (exemplo: exclusão do Simples por um período de 5 anos).

Nesta primeira fase, o Alerta Simples Nacional irá se referir a indícios de omissão de receitas no exercício de 2010.

Segundo as informações do SIAFI e DECRED, as empresas optantes pelo Simples Nacional receberam o valor de R$ 10.152.224.858,94 no decorrer de 2010, porém, pelas DASN- Declarações do Simples Nacional, o faturamento destas empresas foi de R$ 4.619.726.568,79, ou seja, há uma diferença não declarada de aproximadamente 6 bilhões de reais que o Fisco irá buscar. Este expressivo valor é somente do ano de 2010, e no entendimento dos Órgãos de Arrecadação é produto de sonegação fiscal.  Nesta etapa 29 mil empresas optantes pelo Simples Nacional receberão o alerta.

O resultado do cruzamento das informações com os valores declarados ficará disponível no Portal do Simples Nacional por prazo não inferior ao necessário para que o contribuinte tenha a oportunidade de verificar a existência dos indícios em pelo menos duas oportunidades, visto que mensalmente os optantes ingressam no Portal para emissão do DASN.

Os procedimentos de fiscalização terão início a partir do dia 1º de dezembro de 2013.

Essa iniciativa proporciona aos contribuintes se auto-regularizarem, evitando-se milhares de autuações.

 

Informações no site da Receita Federal do Brasil


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PRAZO EXTRA PARA ENTRAR NO E-SOCIAL
Luiz Antonio Martello
02
Set
2013

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A Receita Federal poupou as micro e pequenas empresas e esticou o prazo para que o segmento comece a operar o e-Social, o módulo mais complexo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que vai abranger a folha de pagamentos e todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias. As empresas inscritas nos regimes do Simples Nacional e lucro presumido terão até o mês de setembro do próximo ano para fazer o cadastramento inicial no sistema. O novo cronograma foi divulgado pela Receita durante a 1ª Conferência eSocial, realizada pela Thomson Reuters, em parceria com o Sescon e Fenacon.

"Essa nova forma de prestar informações ao fisco certamente vai trazer transparência, mas também muitas dificuldades pela diversidade empresarial no Brasil", afirmou o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis no Estado de São Paulo (Sescon-SP), Sergio Approbato Machado.

Os profissionais da contabilidade são peças-chave no processo de entendimento da nova ferramenta, mas não são os únicos. Desta vez, diferentemente do que ocorre com os outros módulos do Sped, a participação da alta gestão das empresas é imprescindível. Em outras palavras, as empresas, que são as principais fontes das informações enviadas eletronicamente ao fisco, deverão investir em treinamento, conscientização e gestão eficiente para evitar problemas futuros.

Guardadas as devidas proporções, lidar com o eSocial é como preencher uma declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, em que informações desencontradas podem acionar o sinal amarelo da Receita. Sim, com e eSocial, todas as empresas brasileiras estarão sujeitas à malha fina, um importante filtro que pega tanto erros cometidos de forma involuntária como as fraudes para evitar o pagamento de tributos. " Com a ferramenta, o empresário desorganizado será forçado a organizar as informações sobre os seus funcionários e colaboradores. E aquele que age de má fá para pagar menos tributos vai pensar duas vezes", alertou o coordenador de sistema de atividade fiscal da Receita Federal, Daniel Belmiro.

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De acordo com ele, a implantação do eSocial, que trata das obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais, evidencia uma nova premissa do fisco: aumentar a arrecadação por meio da transparência e controle, em vez de criar tributos ou aumentar alíquotas dos já existentes. "O aumento da receita tributária será um efeito colateral da ferramenta, mas não é o objetivo central do governo".

Durante o evento, Belmiro destacou as vantagens para as empresas e, principalmente, para os trabalhadores. Hoje, o profissional da contabilidade entrega a mesma informação, em diversas abordagens, para diferentes plataformas, o que aumenta a possibilidade de erros, além de gerar redundância de dados. "O eSocial é uma nova forma de registro das obrigações já existentes que reduz o custo operacional, simplifica e padroniza a entrega da informação", explica. A GFIP, exigida das empresas desde 1999, será a primeira obrigação acessória em papel extinta com o eSocial. Outras obrigações cairão, como a DCTF.

 

EMPRESAS NÃO FIZERAM A LIÇÃO DE CASA.

Uma pesquisa feita pela Thomson Reuters com duas mil empresas mostra que 70% das companhias brasileiras não iniciaram projetos internos para se adequar às regras do eSocial, o braço mais complexo do Sistema Público de Escrituração digital (Sped), que vai entrar em operação no próximo ano, inicialmente para as empresas do lucro real. De acordo com o levantamento, das 30% de empresas restantes, apenas um quarto afirma possuir um projeto em andamento.

O assunto ainda é cercado de dúvidas. Uma enquete informal realizada durante a 1ª Conferência do eSocial, realizada pela Thomson Reuters, com quase mil participantes, mostrou que a integração dos dados de diversas origens dentro da empresa é a principal preocupação envolvendo o eSocial para 61% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece a qualidade do conteúdo da informação, com 21%. Para o diretor de negócios de Software da unidade de Tax & Accounting da Thomson Reuters, Marcos Bragantim, o resultado da pesquisa mostra a necessidade de um processo de governança e compliance integrado para que as empresas não deleguem a responsabilidade pelas informações a apenas uma área da companhia.


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Para os participantes, entretanto, o departamento de RH deve se responsabilizar pela centralização das informações que serão enviadas. Essa área foi citada por 82% dos entrevistados no evento, seguida do escritório de contabilidade, com 7%. Na visão dos especialistas que tiveram acesso ao funcionamento do sistema, a escolha do departamento é o que menos importa. O ideal é que a comunicação entre as áreas da empresa funcione, evitando informações desencontradas.

De acordo com Victoria Sanches, gerente da unidade de negócios da Thomson Reuters, participante do grupo de trabalho que trata do eSocial, são ao todo 44 tipos de eventos que deverão ser informados pela empresa, divididos em três grupos: iniciais, aleatórios e mensais.

O coordenador de Sistemas de Atividade Fiscal da Receita Federal, Daniel Belmiro, explicou que as empresas devem ficar atentas às "informações mais sensíveis", que podem impedir um trabalhador de receber algum direito. A admissão, por exemplo, deverá ser registrada o mais rapidamente possível, de preferência no momento da contratação. "Imaginem um trabalhador que foi contratado pela manhã, mas sofre um acidente de trabalho no período da tarde. Se a informação não chegar a tempo, ele terá dificuldade para receber seus direitos".

Empregadores domésticos e microempreendedores individuais ganharão um módulo simplificado do eSocial, que gera no próprio sistema o recibo de salário e a guia de recolhimento do imposto.

Fonte: Diario do Comercio 


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Luiz Antonio Martello

Sobre

Contador, Consultor, e Conselheiro Empresarial,  Pós Graduado em Gestão Financeira Contabilidade, e Auditoria,Diretor das Empresas Martello Contabilidade e Consultoria e Martello Gestão de Pessoas. Com mais de 25 anos de experiência, e ampla atuação junto às Entidades de Classe, atualmente como Vice-Presidente da Fenacon para Região Sul, Vice-Presidente de Legislação e Tributos da Associação Empresarial de Lages (ACIL) e Conselheiro do Banco da Família.



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