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In�cio
Tecnologia biométrica
Dione Ribeiro
26
Out
2017

As tecnologias com reconhecimento facial tendem a facilitar, e muito, a vida das pessoas. O cotidiano, cada vez mais atribulado, pode tornar-se mais prático, não caracterizando invasão de privacidade e sim, um recurso de segurança. Com a tecnologia biométrica sem o contato físico, acessar cofres de banco, combater fraudes em transportes públicos e reconhecer foragidos da justiça nas ruas são exemplos claros disso, pois as imagens do rosto que são registradas e arquivadas podem ajudar a identificar uma pessoa em qualquer lugar. Em eventos de grande porte, como Olimpíadas e Copa do Mundo, terroristas podem ser identificados antes de causar qualquer dano ao público. Devido à distração dos usuários, muitos celulares são roubados, e, através da tecnologia, o desbloqueio por terceiros torna-se mais difícil. Com o avanço da globalização, muitas bases de dados com imagens poderão ser partilhadas em diversas partes do mundo. Obviamente, é preciso criar normas para regrar e evitar uso indiscriminado deste recurso.


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O uso do Youtube em sala de aula
Dione Ribeiro
01
Ago
2017

O Youtube funciona basicamente como uma plataforma de armazenamento e distribuição de vídeos sob demanda. Esse ambiente é utilizado para as mais variadas finalidades, como por exemplo a divulgação de músicas, projetos, aulas e trabalhos educacionais.

Essa ferramenta é muito útil para o ensino da Língua Portuguesa. A comunicação oral pode ser estimulada através de entrevistas e expressão corporal. Os alunos podem criar vídeos relacionados ao conteúdo ministrado em sala de aula. Após a edição, a produção multimídia fica armazenada no Youtube, podendo assim ser explanada no decorrer das aulas.

 

Consoante a isso, os educandos têm a oportunidade de analisar as criações, onde facilmente o professor e os colegas podem identificar desacertos no uso da língua materna. As tecnologias são de suma importância para aliar a teoria à prática, oportunizando cada vez mais a reflexão da ação pedagógica através do ensino por competências.


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5 DICAS PARA SE DAR BEM EM UMA ENTREVISTA EM INGLÊS
Dione Ribeiro
12
Dez
2016

Você sempre quis trabalhar naquela multinacional e, surpresa, avisam que a entrevista será conduzida em inglês. Pior ainda: por um executivo nativo. Wow!

Calma, calma. Antes de suar frio, gritar ou devorar o dicionário Oxford, siga o que temos a dizer. São dicas simples para se preparar para a conversa. No fundo, você verá, é mais simples e direto do que parece.

Conheça o vocabulário da sua área de atuação

Um bom repertório de palavras-chave costuma impressionar. Se sua área for economia, por exemplo, saiba falar sobre nonrenewable resources (recursos não-renováveis) e command economy (economia centralizada), dentre outros exemplos. É sinal de que você está por dentro.

Leia muitas notícias em inglês sobre o tema

Ler sites em inglês com conteúdos relativos à área é ótimo por dois motivos: ajuda a memorizar o vocabulário e, de quebra, o deixa informado para uma questão sobre atualidades.

Evite o papo furado

Nós, brasileiros, costumamos gostar de um bom bate-papo para quebrar o gelo. Nas entrevistas de emprego com estrangeiros, o raciocínio é outro. Deve-se ser direto, falar apenas do profissional. Fale sobre sua carreira e seus projetos.

O papo-furado – ou “small talk” – é, inclusive, tema de muitas esquetes de humor para os ingleses. Como essa “silly job interview”, do grupo humorístico Monty Python.

Cuidado com os clichês

O mundo corporativo tem seu idioma próprio e, se não tomar cuidado, o profissional pode parecer um robô de frases prontas. Evite, então, sentenças como “I work very hard” (Eu trabalho duro) e “I am a good team player” (Eu trabalho bem em equipe). Fale mais naturalmente sobre você para que o entrevistador não ache que está lidando com mais do mesmo.

Michael Scott, do seriado The Office, dá uma aula sobre clichês — assista e não aprenda!

Treine o que você gostaria de falar

Em frente ao espelho — ou para alguém que você confie —, treine uma conversação profissional. Sem decorar, ensaie respostas para perguntas como:

Why should we hire you? – Por que eu deveria contrata-lo?

Why did you leave your last job? – Por que você deixou seu último emprego?

What were your responsibilities? – Quais eram suas responsabilidades?

What are your strengths and weaknesses? – Quais são seus pontos fracos e fortes?

Why do you want this job? – Por que você quer esse trabalho?

E aí, preparado para encarar o entrevistador de frente? Então, best of luck (muito boa sorte)!

Fonte: http://cursodeingles.uol.com.br/artigos/dicas/5-dicas-para-se-dar-bem-em-uma-entrevista-em-ingles


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Marco Civil - Governo regulamenta lei que disciplina o uso da internet no Brasil
Dione Ribeiro
16
Mai
2016

A regulamentação do Marco Civil da Internet foi assinada nessa semana. A lei trata da segurança, direitos e responsabilidades dos provedores e de quem usa a rede. O repórter José Roberto Burnier tem os detalhes. 

A lei que disciplina o uso da internet no Brasil está em vigor há dois anos, mas só esta semana ela foi regulamentada. O decreto, chamado de Marco Civil da Internet, foi um dos últimos atos assinados pela presidente Dilma Rousseff antes de ser afastada. Ele entra em vigor no dia 10 de junho.

Um dos temas é a chamada neutralidade. Quer dizer, o provedor da banda larga não pode reduzir a velocidade, nem a qualidade da transmissão de dados em hipótese alguma, nem mesmo se o usuário estiver usando, por exemplo, o serviço de uma concorrente.

Só em casos de urgência, como notificações de fenômenos naturais, furacão, terremoto é que o provedor deverá dar prioridade à autoridade pública.

Outra questão regulamentada é que o provedor não pode ser responsabilizado pelo conteúdo publicado pelos usuários e que esse conteúdo só pode ser retirado do ar por determinação judicial. 

Mas também há exceções. Se o conteúdo for, por exemplo, material de pedofilia, racismo ou violência, ele poderá ser retirado sem ordem judicial até que o caso seja analisado por um juiz.

“Acho que o que nós buscamos nesse processo todo foi garantias. Garantias, seja pra quem tá atuando na internet, seja pro usuário e seja pra quem quiser utilizar a internet. Acho que isso é importante”, diz Eduardo Parajo, presidente da Associação Brasileira de Internet.

Um dos principais temas que foram regulamentados é o da segurança dos nossos dados, de usuários. O teor de conversas que a gente tem e com quem a gente está falando, seja pelo telefone, seja pelo computador, isso tudo só pode ser acessado com ordem judicial. Agora, os nossos dados cadastrais, nome, endereço, filiação, isso tudo pode ser acessado sem ordem judicial por autoridades administrativas. Para os advogados que entendem do assunto, esse é um problema, porque o decreto não define quais são essas autoridades administrativas.

“Ficaria mais claro para a população e autoridades se no Marco Civil já viesse estabelecida essa diretriz e quais são essas autoridades. O Comitê Gestor da Internet, ele vai ter que dizer quem são essas autoridades administrativas”, afirma Coriolano Camargo, presidente da Comissão de Direito Digital a OAB/SP.

Quem usa a internet ficou com a pulga atrás da orelha.

É complicado, né? O que você, exatamente, define como autoridade? A polícia? É um juiz? Um pedido da Defensoria Pública? O simples termo autoridades é bem amplo, é bem complicado”, pondera o bancário Hugo de Carvalho.

Com regra ou não, o usuário precisa ter mais responsabilidade na forma como ele usa a internet.

“Uma vez que está na internet, nunca desaparece, às vezes a gente acaba esquecendo um pouco disso, a internet é eterna, colocou, ficou", diz Guilherme Roselia, designer de games.

Uma coisa é fato: a regulamentação traz mais segurança para a internet no Brasil.

“Acho que à medida que a internet vai ficando cada vez mais no nosso dia a dia, nossa ferramenta, nós a usaremos com mais responsabilidade e com mais sabedoria. E com isso ela será ainda mais útil”, diz Demi Getschko, membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/05/governo-regulamenta-lei-que-disciplina-o-uso-da-internet-no-brasil.html


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Problema pode fazer cabo do Surface Pro pegar fogo
Dione Ribeiro
25
Jan
2016

A Microsoft confirmou informações vazadas no meio da semana de que praticamente todos os donos das primeiras três versões do Surface Pro precisam trocar o cabo de força do tablet para não correrem o risco de ver o dispositivo pegar fogo.

A companhia descobriu que, quando contorcidos ou apertados com muita força, os cabos podem superaquecer, causando choques ou até incêndios. “Embora não haja informações sobre danos sérios, um pequeno número de clientes reclamou sobre essa questão e estamos tomando medidas para resolver”, afirmou a Microsoft em comunicado.

O Brasil fica de fora, uma vez que o produto não está à venda no país. O primeiro Surface Pro foi lançado na primeira metade de 2013 e o Surface Pro 2 saiu no fim daquele ano. Já o Surface Pro 3 chegou no meio de 2014, tendo sido substituído recentemente pelo Surface Pro 4.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/microsoft-confirma-problema-que-pode-fazer-cabo-do-surface-pro-pegar-fogo/54587


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Dione Ribeiro

Sobre

Dione Ribeiro é responsável pela área de Tecnologia e Inovação Educacional na empresa FIESC - SENAI/SC em Lages, Curitibanos, Otacílio Costa e Correia Pinto. Bacharel em Ciência da Computação e pós-graduado em Redes de Computadores e Docência no Ensino Superior.



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